sábado, 7 de novembro de 2015

Hotel: Vegetarianos em Eventos





Estes dias eu estava numa roda de empreendedores e amigos. Entre vários assuntos que foram abordados 1 deles me chamou mais atenção: sobre vegetarianismo. Eu que trabalho com atendimento residencial e com empresas sempre percebi essa tendência de escolherem itens mais saudáveis e que mantenham a vitalidade e o bem-estar. Hoje se fala muito de alimentação saudável, funcional, macrobiótica, ayurveda, sem gluten, sem lactose, vegana e vegetariana.

Vou me ater aos vegetarianos estritos nos quais incluem os veganos que têm comportamento mais ativista: defendem a causa animal. Esse público tem crescido muito nesses últimos anos em torno de 8% dados de 2012 do IBGE.

O Instituto Ipsos em recente pesquisa constatou que 28% das pessoas no Brasil “têm procurado comer menos carne”. É o segundo maior índice mundial, próximo ao canadense e maior que o britânico. Fica atrás apenas do registrado nos Estados Unidos, onde os hambúrgueres são uma das maiores fontes de doenças cardiovasculares e sentimento de culpa.

Outro indicador de que há crescente interesse é que duas das maiores indústrias de carne abriram linhas vegetarianas – com esse nome: vegetarianas. Certamente empresas como a Perdigão e a Sadia fizeram pesquisas para lançar sua linha vegetariana e devem ter constatado que é um nicho a explorar.

A tendência mundial é de crescimento do vegetarianismo – na Inglaterra – onde existem surveys – 47% da população se autodenominou vegetariana, mas checadas as respostas se verificou que na verdade boa parte deste número comia peixe e frango – carnes brancas – e se considerava vegetariana, mas não era. Mas isso indica uma ´vontade de ser vegetariano´.

No Brasil essa tendência é crescente – assim como o interesse por "alimentação saudável", onde o vegetarianismo se encaixa muito bem.

Com esses dados podemos dizer que precisamos acrescentar itens sem origem animal no cardápio, mas que transcendam o alface, o tomate e a carne de soja.

Na hotelaria trabalha-se com eventos de todos os tipos: chá da tarde, brunch, almoço, jantar, café da manhã, Coffee breaks em várias categorias: Casamentos, Aniversários, celebrações, reuniões, workshops, seminários e etc. Poderemos enriquecer esses eventos com preparações saborosas e de baixo custo de preparação.

A empresa que se dispuser a incluir itens light, sem gluten, sem lactose, com baixo colesterol estará avançando muito.

Estamos para receber uma crescente de hospedes em 2016 com as Olimpíadas e outros eventos. Seu hotel está preparado para atender esse público? Os eventos de coffee break estão repletos de variedades apetitosas para atender a demanda que não se manifesta, apenas toma suco e come frutas dos itens do buffet?

Em maio tive uma experiencia fascinante ao participar como Coordenador Gastronômico do evento Networking Curitiba IN - LinkedIN em que fiquei responsável pelas mesas de coffee break. Tendo percebido essa tendência, inclui uma mesa vegana. Resultado: as 150 pessoas do evento se dirigiram para esta mesa e se deliciaram com as coxinhas de jaca verde e de PTS, kibe de palmito, frutas, sanduíches orgânicos e trufas de chocolate de vários sabores. Detalhe: o evento não era de vegetarianos. Tinha apenas 1 participante.


Com certeza posso lhe ajudar a captar e atender essa demanda: Implantar a Cozinha Vegetariana Corporativa.

Drive Thru de Padaria

Cresce cada vez mais esse conceito de padaria. Como surgiu isso? Diante da necessidade de economizar em tempo, espaço e pessoas. Como isso acontece? Normalmente quando vamos à padaria perdemos tempo com a fila no balcão, depois na fila do caixa para pagamento que sempre está cheia e ainda mais, termos que levar crianças; se estivermos com nosso animalzinho não podemos entrar com ele. Um transtorno geral!

Esse modelo de negócio viabiliza muito o atendimento e ainda fideliza seus clientes que precisam de agilidade para atender os compromissos do dia-a-dia.

Temos a franquia Pão To Go de Tom Ricetti que já tem mais de 140 unidades espalhadas por todo o Brasil e pelo mundo com faturamento de mais de 40 milhões ao ano.

Mas se você já tem sua padaria instalada, pode transformá-la em drive-tru como tem em alguns Mc Donald's.

O cliente já sabe o que quer comprar. Logo na entrada do estabelecimento tem os produtos disponíveis para a venda, o caixa que recebe o pagamento e em outro box suas compras devidamente embaladas.

Como transformar sua casa em Drive Thru Padaria em 6 passos importantes:

1) Precisa de um mix de produtos de aceitação popular: produtos de conveniência, pão francês, pão italiano, pão integral, pão sovado, chineque de coco, de goiaba, biscoitos, salgados, tortas, sobremesas e frios.

2) Na lateral da casa precisa de duas janelas: uma para pagamento e outra para recebimento de produto;

3) Precisa uma logística para drive thru para que haja entrada e saída do carro sem comprometer o tráfico de pessoas.

4) Importante uma reforma na estrutura no imóvel para tornar disponível o atendimento.

5) Gerenciamento financeiro e de produção compatíveis com o negócio.

6) Ser orientado por um Consultor para que as métricas do negócio esteja de acordo com as normas especificadas acima.


Desta maneira seu negócio toma uma forma mais profissional e consegue atender com mais rapidez e flexibilidade um público que gosta de praticidade.


Bons negócios!




GVR - Gerador Visual de Resultados

Essa ferramenta vai ajudar muito na organização e Controle da Produção na empresa. Foi desenvolvida pela Psicóloga Cléia Elaine Soares e tem se tornado meio decisivo para a implantação de vários serviços. Vale à pena utilizar.


1. O significa GVR?

GVR: Gerador Visual de Resultados.

2. Quais são as vantagens do GVR?

- É uma ferramenta que possibilita: avaliação, mensuração, melhoria dos processos e trabalho em equipe;
- É um jeito de “ver” o desenvolvimento das competências individuais e coletivas;
- GVR é simples e aplicável em qualquer tipo de empresa;
- Baixo custo. Não há necessidade de tecnologia ou software;
- É um processo coletivo: todos participam do processo;
- Disseminação da cultura do ‘foco na solução e não no problema’.

3. O que é GVR?

- Trata-se de painel com informações visuais disponível para os colaboradores;
- Elaborado com base em diversos conceitos teóricos: Kanban; Painel de Gestão à Vista; neurociência, pensamento visual, facilitação gráfica; metodologia ágil e scrum; checklist; 5 S (seiri, seiton, seiso, seiketsu e shitsuke) e PDCA.

4. Case de sucesso:

Supermercado Zamp - Zamprogna Distribuidora de Alimentos. Curitiba - Pr.

5. Como fizemos a implantação do GVR no setor da reposição de supermercado:

5.1 Treinamento da equipe: capacitação técnica e operacional. Trabalhamos com o Programa EscolhiSerMelhor. Assuntos abordados: responsabilidades do repositor, trabalho em equipe e foco na solução e não no problema.

5.2 Os repositores foram divididos em equipes. O objetivo de cada equipe era fotografar a loja e também o depósito.

5.3 Fizemos análise das fotos: pontos fortes e críticos.

5.4 Cada loja fez o seu painel de GVR.

5.5 Como funciona o GVR:
a) Todos os dias o líder do setor avalia no GVR:
- Limpeza
- Organização
- Asseio pessoal e EPIs(equipamentos de proteção individual, uniforme)
- Comportamento profissional
- Atendimento ao cliente

b) Cada item é avaliado por meio de uma cor:
- Verde: excelente
- Amarelo: pode melhorar
- Vermelho: inadequado

c) Semanalmente é realizada uma reunião.
- Utilizamos o GVR, fotos e anotações.

6. Resultados obtidos:

- A avaliação é coletiva: isso gera desconforto no começo do processo. Mas, ao longo das semanas acontece gradual "cobrança positiva" da equipe;
- Os resultados são expressivos: motivação e também melhoria do trabalho;
- A ferramenta GVR é poderosa, mas não é milagrosa! O papel do líder é fundamental. É necessário disciplina para efetuar diariamente o registro das cores (verde, amarelo, vermelho) e também bom senso para avaliar.

7. Desenvolvedores do GVR: Cléia Elaine Soares - Diretora do Grupo Diferencial, Psicóloga CRP 08/07013, Coaching, MBA em Gestão em Marketing e Psicopedagogia. Tonny Nascimento - Diretor da empresa E-27, com Formação Gerencial no Varejo. Gestor de produção e consultor em Gastronomia.


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

A Cozinha Vegetal é Sustentável?




Resolvi refletir um pouco com todos vocês que gostam de comer bem, ou até mesmo, não comer bem. Gostam daqueles junk foods saborosíssimos regados por deliciosos molhos coloridos e enriquecidos de substâncias flavorizantes que tornam esses alimentos viciantes e com muita gordura e açúcares dos mais variantes tipos.

O que temos por definição de: comer bem? Podemos associar à alimentos orgânicos; à alimentos enriquecidos com vitaminas, sais minerais. Podemos associar ao mercado de luxo que cresce, mesmo neste período de crise, onde paga-se valores elevados por 150g a 350g de comida servidas no prato em uma cozinha com estilo contemporâneo desenhado por designers famosos tanto gráficos como culinários. Vamos pensar: Na cozinha poderemos fazer uma arte em cada prato. Mesmo tendo pensadores que não concordam com essa visão lúdica da Gastronomia afirmando que a arte permanece e  a cultura se renova então a Gastronomia seria uma Ciência que pode representar um costume de uma época.

Temos uma cozinha super rica devido à nossa colonização e nestes últimos tempos com a imigração do povo árabe e outros povos teremos ainda mais uma variedade de opções de combinações saborosas.

Mas como o título mesmo  diz: A Cozinha vegetal quero ater-me com mais ênfase neste seguimento de alimentação que pouco a pouco cresce e se espalha pelo mundo. Quero falar de Brasil. Para algumas pessoas, a cozinha vegetal é exclusiva de vegetarianos e veganos (em outro texto posso falar mais sobre eles) em que o engano cobre completamente o saber dessas pessoas. Nestes últimos anos segundo a Organização Mundial da Saúde vem crescendo as patologias oriundas de alergias: doença celíaca, intolerantes a lactose, ao Gluten, aos ovos e muito mais - em outro artigo poderei falar sobre Dietoterapia em Patologias.

Quando participo de eventos sempre percebo que cada vez mais pessoas não participam dos itens do Coffee Break. Por que? Alguns tomam suco, comem frutas (quando têm). Outros ficam bem longe das mesas. Muito constrangedor olhar e identificar que essas pessoas têm alguma restrição. Pensei...refleti...e cheguei a uma conclusão: Poderei ajudar a transformar um desconforto em prazer, mesmo que momentâneo.

A Cozinha Vegetal vem trazer essa opção mais saudável. Saudável? Como poderemos pensar em saúde quando trabalhamos com restrição? Para esse público que não tolera alimentos de origem animal ou substâncias protéicas (Glúten) é saudável sim. O grande desafio é trabalhar  opções saborosas e de forma sustentável tanto no que se refere à Ecologia quanto economicamente rentável. Combinar elementos é uma alquimia. Eu fiz uma experiência: reduzir o consumo de carnes durante um mês. Reduzi em 20% minhas despesas. Substitui por ovos. Percebi que minha disposição melhorou. Percebi que tive mais energia. Esses 20% que economizei investi em sementes, óleo de coco, tahine, leguminosas. Pude investir em uma horta onde pude fazer Hortaterapia estando em contato com a terra.

A Cozinha Vegetal bem trabalhada vem contribuir para uma realidade em que, dentro de aspectos científicos devidamente comprovados, pode-se viver de forma mais livre de doenças oriundas do excesso de ingestão de alimentos de origem animal. Não se pode deixar de lado o profissional nutricionista que pode orientar dentro de sua “expertise” como fazer as combinações nutricionalmente corretas.

Em outro momento poderemos refletir sobre os alimentos orgânicos e transgênicos.


Estamos inaugurando uma nova fase na alimentação que já começou há alguns anos atrás. Um retorno ao princípio quando comi
a-se alimentos oriundos da terra. Comportamento que precisa ser monitorado por especialistas da área de saúde, isso inclui o profissional de alimentação.





Qual a sua Missão?

Ultimamente tenho notado muitas pessoas que pensam mil e uma coisas: montar o negócio, casar, comprar um carro, mudar de emprego, fazer uma viagem. Tenho ponderado sobre as razões de nossa existência. Por que fazemos muitas coisas e pensamos em muitas coisas? Chega em um momento da vida que percebemos que não fizemos nada ainda.

Quero falar um pouco sobre trabalho. Tenho visto em meu meio social uma imensa busca por autosuficiência e muita gente imitando o comportamento de muitas pessoas de sucesso. Isso é muito positivo. Nos ajuda a sair da zona de conforto e ir adiante com mais força. Mas tenho visto também pessoas se debatendo em idéias dos outros tentando encaixar em sua realidade. Como se o lobo quisesse ser uma gazela. Qual a sua missão na sociedade? Qual a sua habilidade? Para que serve a sua habilidade? Até onde eu consigo ir com minhas habilidades e competências? De repente preciso terceirizar ajuda para essas respostas! Nosso meio social serve para isso. Se assim não fosse seríamos seres solitários. Cada pessoa ao nosso redor pode nos completar nos ensinando a sermos pessoas melhores quando desenvolvem seus discursos e suas orientações.

Tenho experimentado isso nesses anos. Ás vezes pode acontecer de recebermos uma crítica que nos coloca down, mas se fizermos uma pausa para pensar e se posicionar de forma humilde, sem levantar a bandeira da autodefesa, poderemos aprender com  aquela situação.

Há 3 anos atrás resolvi atender meus clientes de ensino culinário mas não tinha espaço para isso. Procurei uma Escola de Gastronomia para alugar o horário de atendimento e o proprietário que era Chef com várias graduações em várias Escolas pelo mundo além de muita experiência profissional disse-me que poderia utilizar o espaço sem problemas; faria um preço camarada mas eu não poderia assinar o certificado, pois, eu não tinha graduação. Era um protocolo da Escola. Foi o começo de minhas dores: com 20 anos de profissão. Atendi desde Copacabana Palace Hotel a Navio Transatântico. Tendo trabalhado com grandes Chefs Internacionais entre eles Patrick Blancart, Fillipe Brie, Luis Incao, Dilson Silva, Jonacy Alves dos Santos e muito mais com cargos de liderança. Além de ter formação técnica em instituições reconhecidas no Brasil não poderia assinar o certificado dos alunos. Sabe o que eu fiz? Entrei em depressão por 3 meses. Fiquei cheio de mi mi mi! Esse tempo que fiquei assim me fez refletir meu papel na sociedade: Sou um facilitador. Eu ajudo as pessoas a serem melhores na profissão. Tenho opções versáteis para atender as empresas que precisam melhorar sua lucratividade. BINGO!

Quando me dei conta disso, tudo mudou.  Fiz 3 coisas:

1) Parei com as lamentações. Dessa forma consegui mais força e pude perceber o horizonte de oportunidades em minha frente.

2) Busquei orientações sobre como montar meu negócio legalmente. Dessa forma poderia eu mesmo assinar e tornar oficial o Treinamento ou o Curso. Dirigi-me ao SEBRAE onde pude participar de cursos e palestras voltados para a área.

3) Escolhi um contador e abri a minha tão desejada empresa de Treinamentos e Cursos: E-27 Gastronomia.

Quanto alivio tive neste momento. Quanta alegria de poder ter meu próprio negócio e tocar de forma comercial. Mas isso tudo era o começo de algumas dores. Pois, sem capital inicial tive que me aperfeiçoar através de Youtube e Google. Alguém já sentiu a dor do crescimento? Aquela dor na perna, na cabeça....isso mesmo.

Mas uma coisa eu tinha clara em minha mente. Essa “coisa” chamei missão: ajudar as pessoas a serem melhores na Gastronomia. Melhores em seus trabalhos. Melhores na vida. Ajudar as empresas a serem autosuficientes. Minha missão é colaborar; seja de forma voluntária ou participativa.
Minha expertise é  na Cozinha, Confeitaria e Padaria. Hoje estou trabalhando com a Cozinha Vegetal. Levando às empresas e às pessoas opções de preparações saborosas que podem produzir para o consumo ou comercializar. O desenvolvimento humano, apoio à sociedade e atenção ao Planeta norteiam minha missão.

Quando isso fica bem claro, pilares de sustentação de suas idéias ficam mais estruturados e o desenvolvimento de seu negócio passa a ter um sentido.


E então? Qual a sua missão?

Marketing em Gastronomia - Pare de Jogar Dinheiro Fora


Nos dias de hoje, o conceito de gastronomia passou daquele estágio de modismo, para assumir um caráter muito importante na economia do país. Sendo assim, cada detalhe ao seu redor é muito importante. A gastronomia tangencia áreas de criação, produção, administração e marketing.  É, sobretudo, um negócio que acompanha tendências da economia, de estilos de vida das pessoas, comportamentos e, principalmente, desejos e necessidades.

É por meio de pesquisa que o marketing identifica as necessidades e desejos do cliente e desenvolve serviços e produtos, comunicação e canal de distribuição adequados a esse mercado-alvo.

O setor gastronômico, portanto, necessita de inspiração e muita criatividade por parte dos empreendedores; e de organização e estratégias por parte dos gestores para conceber, produzir e vender produtos de sucesso.

O marketing transforma necessidades em desejos, fazendo com que a gastronomia transfira significados sensoriais e emocionais para seus clientes.

Desta forma, a essência do marketing gastronômico está em criar diferenciação para a marca e investir na comunicação da mesma. Significa ampliar o conhecimento que o cliente tem dela.

E não para por aí! É preciso despertar no cliente amor, paixão, estima pela marca. O marketing gastronômico trabalha, então, não apenas o tangível, mas o intangível: desejos, emoções, sensações.

Trata-se de dar um sentido e um valor próprio ao ato de ir a um restaurante, bar ou cafeteria, fazendo com que o consumidor perceba mais do que uma troca comercial, mais do que uma simples aquisição de um produto ou serviço. É agregar valor!

Ainda mais é o paralelo entre o desejo, a necessidade e o desperdício. Como associar esses itens de forma harmoniosa e traçar um norte para que o prejuizo financeiro e econômico não seja grande?

Em tempo de crise, trabalhar o desperdício não só na área da produção mas nos bastidores do empreendimento se faz necessário.

Projeto em andamento já foi realizado em João Pessoa na Paraíba atendendo a UNIMED-JP com grupo fechado de 10 pessoas. Foi muito interessante!

Segundo Seminário realizado para alunos de Clínica Gastronômica Dietética com 100% de aceitação.

Próximo Seminário pode ser em sua cidade.